setembro 2010


“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. ISAÍAS 9:6
Um dia Deus resolveu deixar seu trono, se esvaziou de si mesmo e se fez criança. Sim! Ele tornou-se um bebezinho carente de afeto, cuidado, peito e dedicação. A indefesa criança nascida na periferia do mundo e parida numa manjedoura revela que é nos espaços onde a miséria e a antivida mostram suas garras mais opressoras que o Criador despeja sua graça solidária para com os oprimidos.
Assim é Deus… Na imagem de uma criança, o Pai revela que sua prioridade é colocar no centro do palco de nossas agendas os pequeninos, pois delas é o Seu Reino. É por isso que todo discípulo de Jesus é renascido do ventre do Espírito para que sejam eternos meninos e meninas. Cheios de vida e pureza. Sem máscaras ou desejos de poder e controle. Transparentes, frágeis e dependentes de seu Pai Celeste…
Maria, mãe do Salvador, ofereceu ao seu filhinho todo carinho e dedicação que são próprios não apenas de uma mulher que colocou outro ser no mundo, mas ciente que toda criança é a maior expressão da presença e do amor de Deus no mundo. Ela sabia bem que elas não são miniaturas de adultos, mas seres que nos remetem para a verdade essencial que a vida é sagrada!
Ela o insere na vida não apenas lhe dando um nome, mas a espaços onde ele encontra plena aceitação, como no lar e no templo, por exemplo. Assim Jesus foi “ crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens” (Lucas 2: 52). Mas o que nós estamos fazendo para que as nossas crianças cresçam em estatura e graça diante de Deus e das pessoas?
Hoje crianças se tornam alvo do doente do mundo dos adultos, onde dez milhões de crianças alimentam a rede de prostituição e turismo sexual do planeta. São escravas da indústria vil do mercado ávido por lucro fácil, pois somente no Brasil, mais de meio milhão de crianças são exploradas como trabalhadoras. Muitas das que nascem na periferia de nossas cidades, tem seu futuro roubado pela falta de perspectiva de uma vida minimamente decente.  Cerca de 500 mil com até cinco anos morrem anualmente no Brasil, sendo que 30% das mortes são causadas por falta de saneamento.
O Deus que se fez menino nos delega a responsabilidade de ser voz em favor da criança e adolescente em situação de risco. Nós, da Rede FALE, desafiamos a todos para orar de olhos abertos e reconhecer em cada criança que hoje sofre a imagem de Jesus.
Juntemos nossas vozes em oração e ação para que de mãos dadas peçamos a graça de fazer com destemor a vontade de Deus no mundo, e como crianças encantadas, possamos embalar nossos sonhos de um novo mundo onde “morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará”…
Em Cristo, que transformoseia nossa vida de modo que sejamos abundantes de vida, plenos de esperança e sedentos por justiça!
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Texto publicado no Boletim de oração da Rede FALE –  JUNHO 2010

Robinson Cavalcanti

Na campanha presidencial desse ano, “sumiram” com os miseráveis, que apareciam, invariavelmente, quando alguns dos partidos “da base aliada” eram de oposição. O outro lado, desde Pedro Álvares Cabral, tem dificuldade de se comportar como oposição, sem jeito, vestido em um figurino de número diferente do seu manequim. Já os demais partidos foram, pelo sistema, decretados ou predestinados para serem eternamente pequenos, e não possuem tempo para mostrar a miséria. Um estrangeiro que aqui chegasse, e assistisse aos programas dos “grandes” candidatos somente veria coisas boas, otimismo, e mais promessas de coisas boas. De fato, “sumiram” com os pobres. Um país semelhante a casas de estúdios cinematográficos: belas fachadas.

E aí, surpresa das surpresas. A Rede Globo, além de participar do “pool” moralista denuncista que nos deixa saudosos de 1989, fez algo de positivo, e o senso de justiça nos leva a elogiar: botou para voar pelo Brasil a fora um jatinho do “Jornal Nacional”, onde, finalmente, aparece um pouco do Brasil real: casas de taipa cobertas de palha, meninos magros de subnutrição e de imensas barrigas de verminose, pessoas mal vestidas, analfabetos, desdentados, esgotos a céu aberto, crianças catando lixos, escolas caindo aos pedaços, postos de saúde sem médicos, estradas esburacadas. Ou seja, o Brasil dos “grotões” ribeirinhos da Amazônia, interiorano do Nordeste ou do Centro-Oeste, periféricos nas grandes cidades. O Brasil dos índices de IDH de Alagoas e do Maranhão, e não só dos Jardins (SP), da Barra da Tijuca (RJ), de Ponta Verde (AL). O Brasil dos sem comida, sem terra, sem teto, sem educação, sem profissão, sem esperança. O Brasil dos assaltos nossos de cada dia, e das drogas mil de cada dia que destroem a juventude.

Fiquei até aliviado, porque estava dando um nó em minha cabeça, já que passo o ano viajando pelo País, inclusive o seu interior, e pensei que um ou outro país (o que eu vejo ao vivo e o que eu vejo na TV no Programa Eleitoral Gratuito) era uma alucinação.

Acontece que esse “Brasil dos Desdentados” se encontra localizado não apenas na Federação, e o seu governo da “base aliada”, mas em Estados e Municípios governados por, praticamente, todos os partidos políticos existentes, da direita à esquerda. Não há, portanto, monopólio das injustiças sociais: A Miséria é de Todos! “Todos pecaram”, diz a Bíblia, inclusive todos os partidos e todos os líderes, e prosseguem as Escrituras: “não há um justo, nenhum sequer”. E Satanás não faz acepção de pessoas, ele é um“democrata” em suas tentações, induções e possessões. E o demo, o tinhoso, o fute, o coisa ruim, foi muito bem sucedido nessa Terra da Santa Cruz. Com esse tamanho e esses recursos naturais, só muita competência na elaboração do mal, na concentração de propriedade, renda, poder e saber, para se gerar tanta opressão, por 500 anos. Como Deus quer o bem e satanás quer o mal, está, pois, mais do que comprovado, que, por cinco séculos, temos sido governados por satanistas…

Dentro da Igreja, também nos diz a Bíblia, há dois partidos: o PJ, ou Partido do Joio e o PT, ou Partido do Trigo, e se supõe que os fiéis do PT (Partido do Trigo = nenhum parentesco com o seu homônimo secular) não estabeleçam alianças ou acordos com os satanistas. Isso seria coisa para o pessoal do PJ (Partido do Joio). Vamos, como gente do trigo, repreender satanás “em nome de Jesus”, promovendo o Reino de Deus, de justiça e de paz, em que a nossa Cidade do Homem reflita a Cidade de Deus e não a Cidade do Diabo, no melhor dos nossos esforços e talentos, até que nos venha a santa cidade, a Nova Jerusalém. Transformemos o próximo dia 03 de outubro em um imenso mutirão de descarrego: xô satanás!

PS: Pela primeira vez, desde 1962, os meus seis votos irão para uma “sopinha de letras”e não para um único partido em particular.

Recife (PE), 23 de setembro de 2010,

Anno Domini.

+Dom Robinson Cavalcanti, ose

Bispo Diocesano

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Texto do site da Diocese Anglicana do Recife

Por Júlio Marçal

Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem

A primeira palavra de Cristo na cruz, ‘ Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”( Lucas 23: 24), revela-nos que o espírito da cruz de Cristo é o perdão. Na cruz, sendo escarnecido, ridicularizado, zombado e castigado, Cristo orou ao Pai rogando-lhe perdão aos seus inimigos.

O perdão é a oferta de Jesus Cristo a todo homem e a toda mulher que se aproxima de sua cruz. Da cruz de Cristo emana perdão! “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no Espírito”. (I Pedro 3:18). O sacrifício de Cristo no Calvário foi a manifestação da sabedoria de Deus em justiça e misericórdia. Ele foi justo – puniu o pecado. Ele foi misericordioso – enviou seu Filho para morrer em nosso favor.

Mas a Cruz de Cristo não é só um fato na história. A cruz é uma caminho a ser seguido. Disse Jesus: “se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” ( Mc 8: 34). Andar com Cristo é, portanto, assimilar a Mensagem da Cruz no coração, é revestir-se de uma nova consciência. Isto posto, quem anda com Cristo vive para perdoar. Andar com Cristo é rejeitar a vingança, a justa retribuição. Andar com Cristo é estar disposto a perdoar sempre!

Júlio Marçal é Pastor da Igreja de Cristo em Frecheirinha. Historiador e coordenador do Projeto Moisés

Caio Marçal

Para alguns, falar em política é um papo “sinistro”. Talvez piore quando somos incentivados a participar dela! Mas vamos pensar um pouco sobre a realidade da juventude brasileira e a relação com nossa responsabilidade cristã.

Somos mais de 50 milhões de pessoas, mas apenas 20% possuem algum tipo de ocupação. São poucos os que têm acesso à educação de qualidade e apenas uma pequena parcela é premiada com a entrada numa universidade. O jovem brasileiro sofre com a violência e ainda há um enorme fosso que divide as diferentes juventudes, fruto da desigualdade social. Nesse quadro cinzento, é fácil chegar ao resultado dessa equação social: exclusão, miséria, falta de perspectiva e, em alguns casos, marginalidade.

Em 2005 foi criado o Conselho Nacional de Juventude — CONJUVE. Mas por que participar? Não seria uma tarefa para “políticos profissionais”? Talvez sejam essas as perguntas que estão fervendo em nossos miolos evangélicos.

Nosso chamado para viver a fé passa pelo envolvimento nas questões que desafiam nossa geração. Em sua encarnação, Jesus mostra sua preocupação com a condição dos excluídos e com o resgate da dignidade das pessoas. Em “Ouça o Espírito, Ouça o Mundo” (ABU Editora), John Stott afirma que “ele participou profundamente de nossa condição de seres humanos. Nunca se afastou das pessoas que se esperaria que ele evitasse. Foi amigo dos marginalizados e até mesmo tocou os intocáveis. Não poderia ter sido mais igual a nós. Foi a total identificação de amor”.

Cremos que a fé evangélica, antes de ser protestante, é uma fé de propostas. Propomos o reino de Deus e sua justiça. Afirmamos o valor da vida como eixo maior de nossa proclamação. Nossa missão aponta que todo jovem, independente de sua condição, é precioso por estampar em sua vida a imagem e semelhança do criador.

A experiência de representar a Rede Fale no CONJUVE nos ensinou a ouvir os clamores da juventude em suas mais diversas faces. Num espaço onde diálogo é a palavra-chave, aprendemos o quanto é salutar compreender as demandas colocadas em pauta. Nosso desafio presente é vencer a tentação de ocupar esses espaços olhando para o próprio umbigo e ter a humildade de escutar, sempre movidos pelo amor que sentimos por nossa gente.

Devemos ser os mais interessados na qualidade de vida dos jovens e propor alternativas que curem a nossa sociedade. Jesus convoca-nos a servir e dar a vida. Que essa seja nossa agenda para mudar a realidade que nos desafia.

• Caio Marçal, cearense, é secretário de mobilização da Rede Fale e estudante do Centro Evangélico de Missões, em Viçosa, MG.

Robinson Cavalcanti

Quando os pioneiros do Protestantismo chegaram ao Brasil na segunda metade do século XIX a agenda política era muito clara: adquirir cidadania plena, pois sob a Constituição Imperial de 1824 apenas os homens brancos proprietários e católicos romanos detinham esse status. Não foi difícil para os protestantes defender a separação entre Igreja e Estado (Estado Laico), em uma “frente” com os liberais, os positivistas e os maçons, se envolver na defesa da Abolição da Escravatura e na implantação da República. Até porque eles aqui chegavam com uma ideologia de “destino manifesto”: trazer uma fé superior e o progresso, facilitada pela opção por uma escatologia pós-milenista ou a-milenista. Uma minoria com consciência de presença transformadora como “sal e luz”, o que se refletiu no papel pioneiro dos colégios (escola mista, escola profissionalizante, educação física, esportes), e o papel respeitável de nossos escassos parlamentares, tanto na Constituinte de 1934 e 1946, no movimento sindical (especialmente o rural no Nordeste) e em tantos outros episódios liderados por homens notáveis.

O Pentecostalismo “branco” optou por longos anos por um isolamento da esfera pública, apoiado pelo pessimismo histórico intrínseco à escatologia pré-milenista/pré-tribulacionista. O Golpe de 1964, a polarização da Guerra Fria, a presença do Fundamentalismo de origem norte-americana nos levou, nos anos 1970 ao terrível pensamento predominante: “Crente não se mete em política” ou “Política não é lugar para crente”. Todo o legado do passado foi esquecido, bem como o legado da história geral da Igreja, em termos de fatos e autores, fazendo surgir novas gerações desinformadas, sem conhecimento bíblico-teológico, histórico ou ético para o exercício de uma cidadania responsável e diferenciadora. A redemocratização do final dos anos 1980 trouxe os Pentecostais pela primeira vez para uma opção de participação, surgiram os neo-pentecostais, os históricos se retraíram e, sem nenhum conteúdo ou proposta diferenciadora os ex-alienados se “mundanizaram”, segundo as regras do jogo político brasileiro: corporativismo, clientelismo, o toma-lá-dá-cá, com o seu preço. Os resultados foram vergonhosos episódios de antitestemunho. Trocamos o “Crente não se mete em Política” pelo “Irmão Vota em Irmão” e as candidaturas oficiais.

Como corre solta a propina, o clientelismo, a troca de favores, a ética vai para o espaço, e o que importa é o “realismo” de quem pode trazer mais vantagens para as igrejas (canais de rádio e TV, terrenos, cargos), ao menosprezo dos partidos e com abertura para as alianças mais espúrias. Antes, matreiramente, se fazia o jogo do anticomunismo; hoje do perigo da perseguição religiosa, do secularismo, da agenda gay, etc. Uma coisa é travar uma batalha cultural com esses temas na academia, na imprensa, no aparelho de Estado (e temos que fazê-lo), outra coisa é cair de má fé em um maniqueísmo, e a opção por um candidato “salvador”, com quem se tem compromissos por debaixo dos panos, e instrumentalizar os crentes como massa de manobra.

Temos uma Constituição Federal, Constituições Estaduais e Leis Orgânicas Municipais que garantem o Estado Democrático de Direito; temos instituições cada vez mais sólidas, uma imprensa (empresa) relativamente livre, as candidaturas de coligação constroem programas que são um acordo sobre os pontos convergentes dos programas dos vários partidos que a compõem, os partidos têm correntes internas, enfim, o mundo político é algo bem complexo, que requer conhecimento para uma inserção competente e relevante. Não iremos muito longo na nossa influência sobre a sociedade, a cultura e o Estado brasileiro chutando santas ou demonizando (candidatas) pecadoras.

Enquanto os eleitores protestantes (a despeito da tentativa de controle e manipulação de alguns dos seus líderes) estarão pulverizados nos vários candidatos, refletindo a sociedade onde estão inseridos. E a conversa de “Irmão Vota em Irmão” não tem funcionado no caso de Marina Silva, membro da maior denominação evangélica do Brasil, com a sua estatura internacional, mas com ética de mais e possibilidade de troca de favores de menos, não tem recebido o apoio dos aguerridos pastores…

Que esse seja um tempo de reflexão e amadurecimento para o crescente contingente de eleitores evangélicos brasileiros, sem picaretagem, sem ingenuidade e sem paranoia.

Que Deus nos ajude!

Recife (PE), 10 de setembro de 2010,

Anno Domini.

+Dom Robinson Cavalcanti, ose

Bispo Diocesano

Retirado do site da Diocese Anglicana do Recife

 

cartazplebiscito

Nesse ano a Rede FALE formalizou apoio e participação na Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra e no Plebiscito Popular pelo Limite de Propriedade da Terra.

Muita gente tem muito interesse em participar, mas infelizmente não teve acesso as urnas do plebiscito. Em apoio a campanha e para facilitar a  participação, a Rede FALE está divulgando link do abaixo-assinado!

ATENÇÃO: Se você já assinou o abaixo-assinado impresso, não assine este. Cada pessoa deve assinar apenas uma vez, seja o abaixo-assinado on-line ou impresso.

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR

TEXTO DO ABAIXO- ASSINADO

Eu apoio emenda constitucional para inserir inciso V ao artigo 186 da Constituição Federal, estabelecendo que para cumprir a Função Social a Propriedade rural terá limite máximo de 35 módulos fiscais, como forma de garantir a democratização do acesso à terra e a soberania territorial e alimentar.

 

JUSTIFICAÇÃO

Para garantir efetivamente a função social da propriedade rural como determina a ConstituiçãoFederal em seus artigos V, XXIII e 186, é necessário que se estabeleça um limite de extensão para os imóveis rurais.
A realidade é que o Brasil apresenta um dos maiores índices de concentração fundiária do mundo: 1,5% dos 5 milhões de imóveis rurais cadastrados concentra 52% de toda a área , no outro extremo tem-se que 98,50% do total de imóveis cadastrados, detém somente 48%.Diante deste quadro de grave desigualdade, não se pode admitir que imensas propriedades rurais possam pertencer a um único dono, impedindo o acesso democrático à terra que é um bem natural, coletivo, porém limitado.
Como os recursos naturais devem estar disponíveis para todos, sob pena de não se respeitar sua função social, não é compatível com a Constituição que uma insignificante minoria tenha em seu poder a grande maioria das melhores terras do país em prejuízo de tantos brasileiros que são forçados a abandonar seu habitat natural.
A limitação do tamanho da propriedade rural também se justifica como um estímulo ao aumento da produção de alimentos, da preservação dos recursos naturais, do emprego rural e da fixação do homem no campo, além de impedir ainda maiores ofensas à soberania territorial brasileira.
A proposta não ofende nenhum princípio constitucional, pelo contrário, se adeqüa perfeitamente ao que estabelece a Constituição ( art. 3º) quando inclui entre os objetivos da República Brasileira a construção de uma sociedade justa e solidária e a redução das desigualdades sociais.
Esta não deve ser uma preocupação apenas dos que vivem do campo, porém uma luta de toda a população em favor da efetividade dos princípios constitucionais e do aprimoramento da democracia em nosso País.
Por isso eu apoio a Campanha Nacional pelo limite da propriedade da terra, em 35 módulos fiscais, manifestando a minha vontade como cidadão de que o Congresso Nacional venha a aprovar, sem demora, emenda constitucional que estabeleça esta limitação como avanço imprescindível da sociedade brasileira.

 

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